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Por: Renata Rangel Miller Penna


Blog - Ilhabela Queens

O que me fascina: EMILIE AUTUMN

Bom, certo dia uma amiga minha me emprestou um cd mp3 e nele estavam várias músicas que eu não conhecia. Então, deitada no sofá escutando novos sons, pra dizer a verdade, não gostei de muitos, rsrs.  

De repente, escuto uma música com um início como se fosse um som de uma caixinha de música, daquelas que a bailarina fica rodando. Logo escuto uma voz que me arrepiou de verdade, algo em seu tom de voz que expressava medo, inconseqüência, revolta, e, ao mesmo tempo, era muito sexy.
 

Estou falando de Emilie Autumn - infelizmente fui escutar sua música muito tarde, logo no seu segundo cd 'Opheliac'.

 
Certas músicas são uma mistura de som clássico com industrial, em outras ela só faz o instrumental com violino, e, em certas faixas de seus cd’s, ela recita Shakespeare . Agora um pouquinho sobre ela:

 
Emilie nasceu em 22 de Setembro de 1979 em Malibu, Califórnia. Sua família não era tradicionalmente de músicos, contudo sempre tiveram um grande respeito por todos os gêneros musicais, garantindo então que a música tivesse uma grande importância para Emilie desde criança.

 
Aos quatro anos ela começou seu treino no violino. Seis anos mais tarde, ela se inscreveu na Escola de Performances Artísticas Colbourn, onde começou a experimentação com improvisos, inspirada pelo renomado violinista Nigel Kennedy.

 
Em 2003 ela afirmaria que “comia, dormia e respirava suas gravações, muito pela grande e usualmente notada decepção dos (seus) professores”. Devido à segracação e ao bullying por seus companheiros escolares, Emilie logo abandonou a maneira convencional de estudo, preferindo continuar suas aulas de música em casa, enquanto lia “tudo que estiver embaixo do Sol, desde história musical à literatura feminista a Shakespeare”.  

Aos quinze anos, Emilie conseguiu uma vaga na prestigiada Escola Universitária de Música de Indiana, em Bloomington, mas abandonou após dois anos devido a conflitos com as autoridades universitárias, contrárias ao seu gosto por música e às vestimentas nada ortodoxos.


Postado por Renata Rangel Miller Penna | 19.08.2008 | 19h13min

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Vocês já ouviram falar em McFly?

 

A invasão da banda no Brasil é um F-A-T-O inegável!

 

McFly é uma banda britânica formada por Danny Jones (voz e guitarra), Tom Fletcher (voz e guitarra), Dougie Poynter (voz e baixo) e Harry Judd (bateria) - que eu particularmente sou totalmente viciada.

A banda começou a ser formada em 2003, possui diversos singles, um lugar no Guinness e participou do filme ‘Sorte no Amor’. No Brasil, a banda vem sendo cada vez mais divulgada pelos fãs, com algumas aparições em revistas, Scrap MTV, MTV na rua, Jornal MTV, fazendo com que o número de fãs aumente cada vez mais.

 

Em outubro desde ano, a banda vai aterrissar em terras brasileiras e fará show em três cidades ainda não confirmadas.

 

E pra quem quiser saber mais da banda, estão aí alguns links!

site oficial

site oficial BR 

myspace oficial

comunidade 

Postado por Gabriela Assis | 19.08.2008 | 08h50min

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Obrigada, Madeleine!

Apesar de estar desaparecida, de ter literalmente sumido do nada, há um lado bom. Ela arrancou dos ditos países desenvolvidos a máscara de perfeição. Ela, através de seu caso, mostrou ao mundo que ainda todos temos que aprender e que ninguém é melhor que ninguém.

 

Sempre tive um certo ressentimento relacionado aos brasileiros que acham que tudo que vem de fora é melhor. Nem sempre! Esse tipo de caso, e outros, estão provando que de nada adianta os países desenvolvidos tentarem se afastar da miséria que a maior parte do mundo passa.

 

Um caso que me chamou a atenção (esqueçam a Enya, por favor!) foi a renúncia do primeiro ministro da Irlanda porque ele foi descoberto desviando recursos do governo para sua conta pessoal e a da esposa.

 

Já faz um tempo que eu li isso, uma notinha de rodapé do Metro. Porém, pensei assim comigo: só porque um país é desenvolvido, não quer dizer que ele está livre das mesmas catástrofes que o mundo em si sofre...

 

Apesar de que ninguém percebeu o rombo durante esses 10 anos que ele desviou simplesmente porque a Irlanda nessa época tinha deixado de ser um país atrasado para se tornar uma das locomotivas da União Européia.

 

No Brasil ocorre coisa semelhante. Porém somos brasileiros e podemos mudar nosso país, como os irlandeses se tocaram que poderiam fazer muito mais. E é isso aí!

Postado por Renata Garcia | 18.08.2008 | 19h15min

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A morte

Ela simplesmente vem e pronto. Até antes de ontem, a minha amiga tinha um pai, depois da uma e meia da manhã não tinha mais. A morte é algo tão ridículo: você nunca sabe quando vai acontecer, você diz que não tem medo dela, mas quando alguém querido morre, você desaba. Você deixa tanta coisa pra trás: aquela conta que você não pagou, aquela pessoa que você não se despediu, aquela pessoa amada. E depois? Depois as pessoas simplesmente seguem com suas vidas, seguem com o que precisam fazer como no post da Karla, as pessoas choram tudo hoje e amanhã elas simplesmente levantam e vão fazer suas coisas. Você fica apenas na memória delas. E agora eu penso: será que tudo o que eu já fiz nessa minha vidinha medíocre e curta valeu a pena? Será que as pessoas que estão a minha volta têm uma imagem positiva ou negativa de mim? Espero sinceramente um dia poder fazer a diferença na vida de alguém.

Postado por Renata Ruziska Pires | 18.08.2008 | 06h47min

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Os nerds também amam escrever



Nem só de clássicos sobrevive a literatura e dificilmente são eles que tornam as novas gerações próximas do ato da leitura, não é mesmo? É essencial que haja a identificação com os personagens e com a narrativa para que nosso interesse seja despertado.


Mas como despertar interesse literário em uma juventude tão segmentada quanto a atual? 

Pode-se dizer que os integrantes daquele grupinho a quem todos olham torto e fazem careta para pronunciar o nome - os tais nerds - encontraram a redenção. Pelo menos, por enquanto.

Escrito pelo nerd e RPGista incorrigível Pedro Vieira e publicado pela editora 7Letras, NERDQUEST retrata uma parte do cenário no qual vivemos. Voltado a um público juvenil, dialoga com os principais elementos da "subcultura" nerd, construindo sua trama em uma série de referências deliciosas e extremamente bem-humoradas a quadrinhos, seriados, cinema, jogos e muita música alternativa.

O protagonista? Eu e você. Commom people. Alguém recém-saído da faculdade, sem saber exatamente que rumo tomar, indignado com o sistema de "estagidão" a ser enfrentado, cobrado por um mundo nada compreensivo, para o qual seus hobbies - RPG, sebos e ensaios com a banda de garagem que irá salvar o rock'n'roll - são nocivos e descartáveis.

NERDQUEST é parada obrigatória para o leitor nascido na era digital e que necessita do tão esperado encontro da literatura com essa nova realidade.


Se interessou? O pessoal da MTV também! Graças a MTV temos os primeiros capítulos do livro em .pdf para download! Segue o link.

Postado por Bruna Damiana | 17.08.2008 | 22h10min

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As Queens são meninas escolhidas a dedo pela Ilhabela para uma projeto de relacionamento com a marca. São elas que escrevem esse blog.

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