Obrigada, Madeleine!
Apesar de estar desaparecida, de ter literalmente sumido do nada, há um lado bom. Ela arrancou dos ditos países desenvolvidos a máscara de perfeição. Ela, através de seu caso, mostrou ao mundo que ainda todos temos que aprender e que ninguém é melhor que ninguém.
Sempre tive um certo ressentimento relacionado aos brasileiros que acham que tudo que vem de fora é melhor. Nem sempre! Esse tipo de caso, e outros, estão provando que de nada adianta os países desenvolvidos tentarem se afastar da miséria que a maior parte do mundo passa.
Um caso que me chamou a atenção (esqueçam a Enya, por favor!) foi a renúncia do primeiro ministro da Irlanda porque ele foi descoberto desviando recursos do governo para sua conta pessoal e a da esposa.
Já faz um tempo que eu li isso, uma notinha de rodapé do Metro. Porém, pensei assim comigo: só porque um país é desenvolvido, não quer dizer que ele está livre das mesmas catástrofes que o mundo em si sofre...
Apesar de que ninguém percebeu o rombo durante esses 10 anos que ele desviou simplesmente porque a Irlanda nessa época tinha deixado de ser um país atrasado para se tornar uma das locomotivas da União Européia.
No Brasil ocorre coisa semelhante. Porém somos brasileiros e podemos mudar nosso país, como os irlandeses se tocaram que poderiam fazer muito mais. E é isso aí!